Arquétipo de leis e religiões
Vivo sem sentir o gosto da liberdade,
E o pior é que posso visualizá-la,
Numa redoma imaginária,
Miserável,canalha.
Como a fruta proibida. . .
Quero tocá-la,
Quero come-la,
Até saciar a fome q me devora.
Concordo e assumo o pecado original.
E nesses dias iguais,
Tento reeditá-lo
Com a permissão e sem a concordância
Do dono de tudo.
Quero olhar nos seus olhos,
Bem lá no fundo. . .
Sacar toda a porra,
Ou, lhe dizer que não entendo picas.
Entre Ícaro e a inquisição.