terça-feira, 3 de março de 2009

Buraco negro colorido

Há uma parte nessa vida

Q é morte mal parida

Casual,

Inexata,

Obscura,

Infinita. . .

Paralela a mentira da verdade Arida do final ao começo do ócio da lida q ao nada espalha os ventos de certezas ambíguas de sentidos perdidos no clarão da descida da escada humana da asa partida do excesso do vácuo e de explicativas.

Uma criança caduca

Em letras repetitivas...

Apenas signos...

Sem moral filosófica,

Apenas narrativa,

De um ponto caótico

De final ou partida.

Um diadema simbólico:

---- a santa bandida.

Sendo ou não,

Nada importa.

Escolha um alvo

Ou esqueça de si.

Siga em manadas

Ou só supernova

A boca do olhar

Devora e já

Cansa

Por ser indigesto e tolo

Tudo

Tudo o q se viu

O q resta é o tumulto

de um apocalipse humano

e,um colapso de todos os planos

um fim precipitado,

por uma solidão

de um homem calado

inquilino

de uma porção de matéria encaralhada.