Vai rolar a festa
Essas hienas performáticas,
Já desgastadas de tão exatas.
Os sociopatas escravizados
Com seus tesouros a prestação.
Todos expertos pra caralho,
Todo espantalho quer andar. . .
Os rockeiros com seus cabelos,
Suas roupas pretas,e apresentações,
São só crianças de meia idade,
Meias palavras,meias verdades. . .
Garoto burguês já ta no morro,
Querendo fogo, querendo ver,
O q no asfalto é só mentira
(os peões do jogo do neo poder)
todo “louco” inserido,
também escravo da situação,
é um placebo q dá uma pista,
porém inerte,e envelhecido.
Hoje é dia de festa na cidade,
Vamos celebrar nossa vergonha,
Estarão (quase) todos lá. . .
“tão estúpidos e contagiosos ,
agora venha,
nos entretenha.”